Antes de pagar e adiantar qualquer valor, veja o veículo e faça a checagem de todos os documentos.
Forneça seus dados apenas pessoalmente.
Exija que os documentos estejam em nome do vendedor.
Evite documentos e notas fiscais encaminhadas por fax ou e-mail.
Confira a numeração do chassi, normalmente próximo ao motor, em todos os vidros do carro e em etiquetas localizadas embaixo do banco do passageiro, sobre a suspensão dianteira direita e em outros locais variando conforme o modelo do veículo e fabricante.
É preciso checar se a data de fabricação do cinto se segurança e do motor combinam com o ano de fabricação do próprio carro.
Também as placas de licença têm que conferir com o documento impresso, a exemplo do tipo de combustível.
O comprador de um carro usado tem que conter sua empolgação de fechar um negócio que parece irresistível, pois é preciso desconfiar de preços muito baixos e vantagens milagrosas.
Verifique o estado do hodômetro: muitas vezes, na adulteração, ele é riscado.
Preste atenção no estado dos pneus, do estofamento e dos pedais, para ver se são compatíveis com a quilometragem indicada no painel.
Peça e examine o livrete de garantia, desconfiando se sua perda for alegada.
O simples ato de sentar-se nos bancos dá uma dimensão do produto. Bancos soltos, tortos, rasgados ou quebrados são péssimos sinais.
Exija os equipamentos de segurança obrigatórios, que são o extintor de incêndio, macaco, chave de rodas, triângulo, além de cintos de segurança e do estepe.
A pintura é a chave para detectar se o carro foi batido. Verifique se há diferenças de tonalidades ou respingos em borrachas.
Não compre o carro em um dia de chuva. As gotas d'água podem mascarar ondulações da lataria.
Desconfie de farol mais novo em apenas um lado. Por economia o dono pode ter trocado apenas a peça quebrada.
Forração solta pode ser um sinal de que a lataria precisou ser mexida A solda original de fábrica é pontilhada. Se você encontrar um fio contínuo de solda sob o capô, é porque o carro foi batido.
Examine o carro sob a luz do sol. A luz artificial das garagens fechadas atrapalha a identificação de diferenças de tonalidade de pintura.
Se o carro estiver com menos de 30.000 km, certifique-se de que os quatro pneus são do mesmo lote e se são os primeiros, que saíram da fábrica junto com o carro. Se forem diferentes, desconfie, pois raramente um pneu novo dura menos que uns 30.000 ou 50.000 km.
Ao comprar um modelo com airbag, a luz espia deve acender por alguns segundos e depois apagar. Aliás, isso vale para qualquer sistema eletrônico, como o ABS.
Evite carros com "sinistrado" ou "REM" (chassi remarcado) no documento. Valem 30% menos.
Uma vela em boas condições é essencial para garantir o bom funcionamento do motor. Confira a seguir 12 dicas práticas sobre o estado da vela: a aparência dos eletrodos e do isolador revela informações importantes sobre o funcionamento da vela, o combustível e o motor. Analisando o estado da vela de ignição você pode identificar o problema do motor.
Mas antes de uma avaliação, duas condições devem ser satisfeitas: 1. o veículo deve ter rodado um percurso de pelo menos 10 Km, com o motor funcionando em diferentes rotações, todas situadas na faixa média de potência; 2. evite um funcionamento prolongado em marcha lenta antes do desligamento do motor.
1 - NORMAL - O pé do isolador apresenta-se amarelado/cinza ou marrom-claro. - Motor em boas condições. - Índice térmico da vela está correto.
2 - FULIGINOSA (CARBONIZAÇÃO SECA) O pé do isolador, os eletrodos e a cabeça da vela cobertos por uma camada fosca de fuligem preto/aveludada (seca). Causas: carburador regulado com mistura rica. - Filtro de ar sujo. - Afogador automático com mau funcionamento. - Afogador manual puxado por longo tempo. - Uso de combustível fora da especificação. - Motor funcionando em baixa rotação por tempo prolongado. - Ponto de ignição atrasado. - Uso de vela incorreta - vela muito fria para o tipo de motor. Efeitos: falhas de ignição. - Motor falha em marcha lenta. - Dificuldades de partida a frio.
Soluções: regulagem correta do carburador e do ponto de ignição. - Examine a qualidade do combustível que está sendo utilizado. -Substituia o filtro de ar. - Acelere o motor (rodando com o veículo) lentamente até a carga total (rotação máxima), para queimar os resíduos de carbono. - Evite que o motor funcione por muito tempo em marcha lenta, especialmente quando estiver frio. - Utilize vela correta para o tipo de motor.
3 - OLEOSA (CARBONIZAÇÃO OLEOSA) O pé do isolador, os eletrodos e a carcaça apresentam-se cobertos por uma camada fuliginosa, brilhante, úmida de óleo e por resíduos de carvão. Causas: em motores de 2T - óleo em excesso na mistura. - Em motores de 4T - óleo em excesso na câmara de combustão - guias de válvulas, cilindros e anéis do pistão estão gastos. Efeitos: dificuldade na partida. Falhas de ignição - motor falha na marcha lenta. Soluções: em motores de 2T, use a proporção correta de mistura. Em motores de 4T, retifique o motor - troque as velas.
A etapa oficial da Sulbass Competições vai promover nesta sexta-feira no Autódromo de Tarumã o encontro de som, tuning e carros rebaixados. A pista no circuito de Viamão será liberada para os pegas. O show das cadeiras elétricas com Márcio Pimentel e Valter Marquetti também agitará o evento.
Além do encontro em Tarumã haverá festa no sábado, dia 15, em Cachoeira do Sul em comemoração aos 5 anos da Sulbass. O grupo realiza 35 etapas competitivas por ano e é a entidade mais ativa do ramo no país.
Os ingressos estão à venda na bilheteria do autódromo à R$ 10,00. Para quem quiser acelerar, a taxa de inscrição é de R$ 10,00. Em caso de chuva o evento é cancelado.